sexta-feira, 30 de maio de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Tem vezes que é melhor ser anjo mesmo

Anup Anand (também conhecido como Sai Pum) e Raquel Fonseca, um casal perfeito, feitos um para o outro, exibem seu primeiro filho Rãnup Anand (tomara que seja o único, coitado).
...é por essas e outras que, às vezes, o MAS deve continuar.
Foto: Samuel Samways e Anup Anand
terça-feira, 27 de maio de 2008
A festa está acabando

por João AR Glovatiski
Depois de quase um ano de preparativos e ensaios pudemos apurar que existem dois grupos de membros em Curitiba e região com relação à celebração e dedicação do templo:
O primeiro é daqueles que estão totalmente esgotados física e emocionalmente e que não vêem a hora das celebrações terminarem para ver se o ano começa efetivamente. (Nesse grupo se encontram os casados, lideres, os que estão namorando firme, entre outros);
O segundo onde se encontram a grande maioria do membros adultos solteiros, são aquele que já estão ficando com saudades dos agitos nos ensaios, sejam eles no Cindacta, Circulo Militar, Ala 2, Portão, Boqueirão e Baixada.
Normalmente os ensaios são aquela ótima oportunidade para conhecer pessoas novas, se aproximar de outras, fazer novos amigos e claro muita “azaração”. Os estatísticos da Faculdade MAS QUE COISA depois de muito trabalho, cálculos complicadíssimos com esperança matemática, variância, covariância, desvio padrão e correlação, chegaram a conclusão de que os namoros foram muitos.
Se você é um desses que ensaiou mais xavecos do que as danças, cantou bastante, mas não apenas os hinos do coral, não se desespere ainda há mais algumas oportunidades para você mostrar todo o seu talento, pois ainda tem dois ensaios um na sexta e outro sábado na baixada.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Quanto custa o Amor Eterno?
por Samuel Samways
- E aí colega. Tô procurando amor, tem aí?
- Opa, claro, tem vários, qual você quer?
- Eu to procurando amor verdadeiro.
- Víx. Não vai ter desse por aqui não. Aliás, vai ser bem difícil de encontrar. Eles pararam de ser fabricados faz tempo.
- Puxa, eu queria tanto. De tanto ouvir falar disso, nas músicas, novelas e poemas, achei que fosse algo comum.
- É tudo menos comum, acontece só de vez em quando. Eu mesmo, com tantos anos de experiência nesse trabalho, não vi mais do que umas três ou quatro vezes. Estou até surpreso que tenha pedido por isso, não tem muita, ou quase nenhuma procura por amor verdadeiro esses últimos tempos. O máximo que me aconteceu esses dias foi um tal de Frejat procurando um amor muito cheio de exigências, mandei ele ir procurar na lua.
- Mas assim você me desencoraja de procurar um amor.
- Desculpa meu jovem, mas como vendedor tenho que deixar bem claro que não posso garantir que fique cem por cento satisfeito com o amor, ainda mais por não ter aqui o tal do verdadeiro. Mas tenho muitos outros modelos, vale a pena conferir. Olha, eu tenho esse aqui, modelo antigo, mas sai muito ainda: Amor Platônico, é bem econômico, não precisa levar pra jantar, comprar presente no dia dos namorados, só precisa ficar olhando de vez em quando e de longe. Vai querer¿ é ótimo pra pessoas tímidas.
- Não obrigado, já tive muitos desses. Queria algo mais intenso, mais palpável.
- Ah, deixa eu ver... narcisista não, muito comum, tudo mundo tem...amor de verão, não, acabamos de entrar no outono...amor de infância, esse as vezes eu dou de brinde nas escolas, pra incentivar as crianças a comprarem mais no futuro, mas não é o seu caso. Opa! Achei. Mas só uma perguntinha antes, você não é da vigilância fiscal é?
- Não, porque?
- É que esse aqui tem venda sob prescrição médica, mas ninguém leva isso a sério. Você vai gostar. Voilá: Paixão Fulminante. Muito bom. Intenso como você disse. Não é recomendado para pessoas com problemas cardíacos, o efeito é muito forte no início, mas passa rapidinho. O problema é que o uso excessivo acaba diminuindo o efeito de qualquer outro amor que venha eventualmente a ter. E aí¿ vai querer?
- Parece divertido, mas meio perigoso. Não tem algo que não comprometa tanto a saúde assim?
- Que não comprometa? quase tudo que tem aqui é sem compromisso. Temos namorico, flerte (ou Azaração, que é um produto da globo, dá no mesmo), paquera (nossa, sobrou desses da década de 60!), relacionamento aberto - esse eu tenho até vergonha de vender. Pra você ver, eu nem vendo os adicionais de nome esquisito em inglês e francês porque aí já é pouca vergonha demais. Mas nessa profissão a gente tem que ficar atento às novidades, senão acaba falindo.
- É, às vezes eu me sinto deslocado da galera por não ser tão moderninho quanto os outros.
- Não se preocupe, eu tenho algumas novidades tecnológicas interessantes. Aqui ó: o PAPA, versão beta XVI (Programa Avançado de Pesquisa Amorosa), desenvolvido pela Google e a Vatican corporation. Vem com um manual de técnicas de azaração virtual com dicas de como usar o “scrap secreto” e nicks sugestivos, além de um treinamento em obtenção de informações via orkut e uso simultâneo de várias janelas do MSN. Particularmente acho que é tudo uma jogada de marketing pra fazerem os jovens perderem seu tempo na Internet e evitarem de usar essa outra novidade - o “Ficar”. Parece que a Vatican co fez uma declaração contra o “Ficar”, dizendo que era perigoso, sendo mais seguro virar coroinha. Mas eles sempre arrumam brigas por nada, a última foi com as farmácias por venderem certos remédios.
- Certo, mas afinal o que é esse “ficar”?
- Ah, desculpa. É o seguinte, você compra esse aparelho, desenvolvido pela “Jáéou Jáéricsson”, aí você insere os créditos de beijos e vai gastando com todos que tem esse aparelho. O quanto mais conseguir gastar no dia melhor. Aí tem os planos +15, ou +25; tem também o plano “meu jeito” que facilita o uso em horários pré-determinados, manhã, tarde ou noite; tem o número predileto, apelidado de amizade colorida, mas só dá problemas, além de um monte de promoções.
- Puxa, sabe o que é¿ não me parece nada com o que eu estava procurando no início. Tenho medo de usar essas outras alternativas e acabar me contentando só com elas. Não queria ter de desistir tão cedo do amor verdadeiro.
- Entendo, meu jovem, mas não posso fazer nada. O amor verdadeiro foi feito pra durar a eternidade e está fora do meu poder prover isso pra você. Mas se quiser dar uma olhada na loja, fique a vontade, se achar algo que te interesse... estamos aí.
...
- Ei. Olha só, achei essa caixinha escrita Romeu e Julieta, me interessa muito, afinal, o amor deles pareceu-me bem intenso. O que é?
- É goiabada com queijo mesmo. Na verdade é só um brinde. Era isso ou olho da sogra. Sendo que casamento já ta em baixa aqui, achamos que poderia desestimular ainda mais a compra.
- Que pena.
- Que pena nada! Olha, o que aconteceu com Romeu e Julieta foi só mais um caso de overdose de Paixão Fulminante. E nem ficaram juntos no final, ou você acha que se matar resolve tudo? Meio dramático não¿ O amor verdadeiro é eterno e não traz morte, mas vida.
- Entendi. E esse outro “negocinho” aqui, esse triângulo amoroso¿ pra que serve?
- Sabe que eu não sei, nunca vi funcionar, mas sai muito. Pra falar a verdade, o amor quase nunca funciona, exceto o verdadeiro.
- Então pra que serve tudo isso?
- Com o tempo você vai perceber que nem tudo é feito pra funcionar, mas ainda assim é muito belo. Sabe de uma coisa garoto? Você me parece estar realmente interessado no amor. Eu estava guardando isso para alguém que realmente merecesse. Está aqui, meu último exemplar de amor sincero.
- Nossa! É lindo.
- Sim, porém muito frágil. O amor sincero é o que mais se aproxima do verdadeiro, aliás, muitas vezes até acaba se transformando em verdadeiro. Tudo depende de como você o trata.
- Vou levar. Quanto custa?
- Ah, não poderia cobrar nada de você. Primeiro porque é o primeiro que parece interessado de verdade e, portanto, merece esse amor; segundo porque não posso te dar garantia nenhuma de que esse amor funcione; e terceiro, porque, embora possa te dar muita felicidade, poderá trazer muita tristeza e dor caso não funcione. Às vezes ela nunca chega a passar completamente.
- Não importa, quero arriscar. Detestaria pensar que perdi de ter algo tão belo por medo de me machucar. Vou cuidar muito bem dele e tentar nunca estragá-lo. Mesmo que não venha a funcionar, vou carregar esse amor sempre comigo e lembrar sempre dele. E quando alguém me vir de olhos fechados, sorrindo à toa, nem precisará me perguntar o porquê. Além disso, você disse que ainda tem a chance de se tornar eterno.
- Bem, na verdade foi mais o meu lado vendedor que afirmou isso. Realmente não entendo muito bem disso. O amor eterno não é daqui, ele é... bem, eterno. Não dá pra encontrar ele em qualquer loja. É como se, sendo algo divino, tivesse que ter um pedaço do céu aqui na Terra pra poder encontrá-lo e eu não sei onde seria esse lugar, nem sequer se existe.
- Então vou fazer tudo pra encontrar esse lugar, nem que leve minha vida inteira. Nem que tenha que ir até o ponto final do Centenário - Campo Comprido.
- Se encontrar volte pra me contar.
- Vou agora mesmo. Muito obrigado por tudo. Mas só mais uma coisa que não entendo de jeito nenhum: se o Amor Eterno é algo tão maravilhoso, por que quase ninguém procura?
- Deve ser pelo custo.
- Quanto custa?
- Tudo.
domingo, 25 de maio de 2008
Peculiaridades na Visitação ao Templo
Uma das histórias mais comentadas que ganhou os bastidores e suspiros das meninas foi do rapaz que levou a namorada ao tour e na Sala Celestial ele tira a caixinha de aliança do bolso e a pede em casamento. Belo gol.
Pelo lado de fora, quem não era pedido em casamento estava vendendo até os quadros de casa para aproveitar a leva de visitantes, que no total chegou a 41 mil. Ao redor, era possível encontrar bombons, cachorro-quente, lenços brancos e broche do Templo.
Estas são só algumas das lembranças. Tem outra história? Conte para nós!! É só postar.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Serão com Elder Bednar

por João AR Glovatiski e Evelise Toporoski
Quem esteve presente na ultima sexta-feira, 16 de maio, no serão dos institutos com o Élder Bednar na capela do Portão em Curitiba jamais vai esquecer a ótima experiência que teve, seja porque será lembrado como o rapaz que faz quatro meses que voltou de missão, a moça que tocou no Elder Bednar para ver se ele era de verdade, ou pelo bom espírito presente na reunião.
Nossa reportagem de forma exclusiva se infiltrou no coral dos institutos para poder estar mais perto do orador da noite, a visão do púlpito era impressionante, a capela do portão estava repleta de jovens e alguns mais maduros, todos ansiosos para poder aprender um pouco com uma autoridade geral.
Nós também estivemos infiltrados no meio do povão, sim, do seu lado, para saber quais as perguntas que queriam ser feitas, mas faltou uma pitada de coragem ou tempo. Se bem que provavelmente grande parte das perguntas foram respondidas pelo inspirado e bem humorado Apóstolo.
O Élder Bednar, embora já seja um vovô, com seus 56 anos poderia se passar facilmente por um dos membros adultos solteiros, pois como uma fisionomia jovem e usando de grande empatia e simplicidade com os presentes.
No domingo, o Apóstolo participou de uma Conferência de Estaca em Paranaguá. Quem esteve por lá pode postar aqui suas impressões.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Mórmons abrem seu 5.º templo brasileiro à visitação -
Matéria plublicada hoje no Jornal Gazeta do Povo o de maior circulação no Estado do Paraná a respeito da abertura da visitação ao Templo de Curitiba.
Construção do novo local sagrado da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dosÚltimos Dias demorou 2 anos
Após dois anos de obras, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida por Igreja dos Mórmons, abre para a visitação do público seu quinto templo construído no Brasil. A partir de amanhã, os curitibanos poderão visitar o templo, considerado pelos membros da Igreja como a “Casa do Senhor” e, portanto, o local mais sagrado de todos. “Aqui os membros aprendem mais a respeito do propósito da vida e fazem promessas sagradas de servir a Jesus Cristo e ao próximo”, explica o diretor de assuntos públicos da igreja, Fernando Assis. “As celebrações não são realizadas no templo, mas sim nas capelas que temos na cidade. O templo nunca abre aos domingos.”
Curitiba tem 25 mil fiéis
Para a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, O Livro de Mórmon – Um Outro Testamento de Jesus Cristo é uma escritura inspirada por Deus, assim como a Bíblia. É por causa do profeta Mórmon que os fiéis ficaram conhecidos como mórmons. Em Curitiba, há cerca de 25 mil adeptos, no Paraná, 37 mil, e no Brasil, 1 milhão. Com cerca de 60 mil missionários, a igreja está presente em mais de 170 países, com 13 milhões de fiéis. O templo de Curitiba, erguido em área de 33 mil m2, é o 126º no mundo. No Brasil, há templos em São Paulo, Campinas, Recife e Porto Alegre. O próximo será construído em Manaus.
Embora a parte externa do templo seja muito semelhante a construções de igrejas católicas e protestantes, a parte interna não se parece em nada com às de outras religiões. O fiel, ao entrar, encontra-se no meio de um salão com cadeiras e sofás confortáveis, que faz a ligação com os demais ambientes.
Dentre as diversas salas com diferentes funções, duas chamam mais a atenção do visitante: a da fonte batismal e a sala celestial. Na primeira, os membros da igreja podem ser batizados em favor de antepassados já falecidos que não tiveram a chance de serem batizados antes de morrer. A fonte está sobre 12 bois que representam as 12 tribos de Israel, construída à semelhança do Templo do Rei Salomão. Já a sala celestial é um lugar de adoração, claro, alto, com muito dourado, onde o visitante é convidado apermanecer em silêncio para adorar a Deus. O silêncio é profundo e tenta causar uma sensação de paz.
No templo, também são celebradas as cerimônias de selamento, em que os noivos se casam não somente até a morte, mas para a eternidade. “A partir deste momento, tanto o casal quanto seus filhos estão selados para a eternidade”, diz Assis. “Criamos as famílias eternas.” Após o período de visitação, o templo será oficialmente dedicado no dia 1ºde junho, o que significa que, por ser um local sagrado, será permitida a entrada apenas dos fiéis da igreja. São esperadas até o dia 24, pelos menos, 60 mil visitantes.▄
PS: A foto da matéria foi tirada pelo Jonathan Campos principal fotografo da Gazeta do Povo que é membro da Igreja.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Uma noite de homenagens - 
por João AR Glovatiski
A visitação publica ao templo de Curitiba começou essa semana, por enquanto ainda é fechada as autoridades e pessoas influentes do Estado.
Ontem como parte das festividades, teve no Circulo Militar do Paraná uma homenagem a algumas autoridades civis e militares pela ajuda que tem dado para a dedicação do templo.
O programa contou com a presença do Vice Governador do Paraná Orlando Pessuti (o Requião não foi, até então, era para ter ido) Vereador Zé Maria, Capitão do Cindacta, Diretor do Colégio Militar, a presidência de Área Elderes Didier, Ulisses Soares e Stanley G. Ellis.
O programa foi dirigido pelo Presidente Mario Costa, a cantora Phoenix Luz Costa abriu a cerimônia com um hino, e o coral com aproximadamente 600 pessoas cantou mais dois hinos. Foi passado um vídeo do projeto mãos que ajudam, o Elder Ulisses Soares fez um breve discurso e as autoridades foram homenageadas com uma placa, essas autoridades foram homenageadas algumas delas por emprestarem as dependências do Cindacta e do Colégio Militar para os ensaios da celebração.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Show de Talentos do Instituto São Lourenço - 
Por Evelise Toporoski
Foi um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete - vários shows. Este conjunto de 'shows' aconteceu dia 19 de abril, na capela da Ala 2, organizado pelo Instituto São Lourenço. Foram convidados os amiguinhos do Portão para também assistirem aos 'shows'. Teve de tudo o que você pode imaginar, faça um esforço, imagine tudo mesmo.
Teve banda pop rock com composições próprias, meninas sozinhas cantando músicas bonitinhas, gente dançando tango, forró, fazendo piadinhas com aquele anão missionário e até cuspindo fogo (acredite se quiser). O show continuou com um pagodinho, meninas gritando, dançando e para encerrar alguns arriscaram umas músicas com violão e voz.
Quem esteve lá se divertiu, pelo show, ou pelos talentos.
domingo, 4 de maio de 2008
MAS QUE COISA no Google -
Estamos ficando importantes! Um de nossos leitores nos enviou um recado falando que tinha encontrado o blog da Revista MAS QUE COISA digitando no Google revistamasquecoisa.
Para tirar a duvida tivemos que fazer uma busca também. Acreditem se quiser temos duas referências no site de busca do Google, basta digitar revistamasquecoisa tudo junto e lá está.
sábado, 26 de abril de 2008
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Armandinho Responde
Sei que vocês estavam com saudades, então para a felicidades geral das biluzinhas estou de volta e sem demora já vou respondendo uma pergunta de uma nobre leitora.
Armandinho não tenho mais vontade de ir aos bailes, pois os rapazes aqui de Porto Alegre ficam todos segurando as paredes, o que eu faço?
Querida prenda do Rio Grande vou te dar duas sugestões:A primeira é que tu deves conseguir uma retroescavadeira e derrubar as paredes; A segunda é que em vez de ficar esperando os tontos largarem as divisões de alvenaria, tu deves ir lá e conversar com eles (chamar ao arrependimento)duvido que com seu charme você não vai conseguir algo melhor que apenas uma dança. Há já estava esquecendo, em hipótese alguma prenda, dance com uma amiga para ver se consegue um par masculino, isso não dá certo e você acaba ficando com uma imagem de desesperada, e você não quer isso?
Agora vocês rapazes não tem escape, de uma maneira ou de outra vão acabar dançando, seja literalmente ou por não dançar, não venham reclamar depois quando forem convidados para serem padrinhos de casamento com aquela tia encalhada de um amigo seu.
domingo, 6 de abril de 2008
domingo, 30 de março de 2008

CURITIBA, CORAIS DE DAR NO COURO
Arqueólogos encontram mais uma prova de que a região onde está atualmente a cidade de Curitiba era submersa pelo mar.
por Samuel Samways Kulchetscki
Todos ouviram, em algum momento de sua vida, que há quinhentos mil anos ou mais, essa região do Paraná era, na verdade, o fundo do mar. Isso mesmo, com peixinhos carrancudos e antipáticos, sereias bem branquelas, de olhos azuis, e baleias bi articuladas. Provavelmente depois das grandes modificações nas terras do novo mundo, que aconteceram com a morte de Jesus Cristo, essa água toda foi retirada e está reservada pra encobrir o Rio de Janeiro na segunda vinda.
Nem todos acreditam nessa teoria, mas os estudiosos encontraram indícios concretos, cerâmicos e plásticos, de que é bem possível que a teoria seja verdade. A descoberta foi ocasional. Aconteceu durante as escavações para estabelecer os alicerces de um templo religioso, próximo ao terminal Campo Comprido. Foram encontrados resíduos e fósseis de seres marinhos pré-históricos. Ao serem analisados pelo instituto (não esse que você está pensando), o instituto oceanográfico do Paraná, incríveis propriedades regenerativas foram detectadas, capazes até de operarem um tipo de “ressurreição” no ser marinho.
Durante as pesquisas, algumas amostras foram doadas aos líderes religiosos (não iremos mencionar a religião por motivos éticos) responsáveis pela construção que ocasionou a descoberta. Estes, por sua vez, levaram aos seus lares os “presentes”. Desde então estes membros tem agido de maneira estranha: passaram a criar, indiscriminadamente, corais em todas as ramificações de sua jurisdição eclesiástica.
Buscando uma explicação, inquirimos a algumas autoridades, inclusive ao responsável pelas pesquisas, Dr. Plâncton Pacheco, qual seria a causa dessa atividade incomum? Dr. Plâncton declarou: “Muitos Antozoários, também conhecidos como recifes de corais, encontram nutrientes através de cooperação simbiótica com outras algas marinhas. Talvez algumas partículas, desses exemplares doados aos Mór... - ops, não é pra falar a igreja né - bem, à esses membros, se regeneraram e tomaram conta dos corpos dessas pessoas”. Dr. Urinei Pacheco (Phd em Psicologia Carnavalesca, além de Clínico Geral e especialista em narigumbigotologia) afirmou que “por mais desastroso que essa proliferação de corais possa ser, as cores são lindas, o que torna tudo tão lindo que é até lindo de ver”. Dr. Pancinha se ofendeu com a pergunta e ressaltou novamente nossa “gonorância” com a seguinte afirmação: “o plurau de coral é coralses seus burres! Melhoras pra vosséis da prócima veiz.”
Ainda não se sabe a extensão desses corais, mas algumas novas espécies já foram identificadas, como:
· Coral Assuntus Públicus (também conhecido como Coral Natalino): acredita-se que tem como presa os políticos, espera-se que seja verdade;
· Coral Da Celé-bração: o maior de todos, envolvendo várias ramificações denominadas estacas. Seus componentes reúnem-se, instintivamente, uma vez por mês, para um fenômeno que foi chamada do “ensaio regional”, cientistas arriscam que o próximo será dia 02 de dezembro;
· Coral Anjo-Moronae: mais elitisado, escolhe apenas como hospedeiro os “melhores”. Reage aos sábados, após uma grande reunião de solteiros desesperados, em um habitat denominado “Ala 2”. O mais incrível é que por haverem muitas Bilusinhas (nome científico para humanas bonitas), um lugar nesse coral é muito disputado, sendo o primeiro momento na história do mundo em que realmente se quer entrar na banda do Moroni;
· E, por fim, o coral mais comum e também mais contagioso, Coral Conferencial (coral de alas): atinge todos os pobres moradores de determinado habitat, tendo como cabeça o “Presidente de Estaca”, ser cruel que convoca outro ser ainda mais cruel, “a Regente”, para dominar os operários coralistas. Correm boatos de que existem até corais para alegrar outros corais antes de suas “manifestações sonoras coreografadas”.
O perigo maior, segundo especialistas, é que esses Corais mutantes acabem atingindo, mais adiante, outras cidades. Portanto, atenção moradores das seguintes cidades: Florianópolis, Joinvile, Paranaguá, Ponta Grossa e Londrina, seus dias estão contados.
Mas sejamos otimistas, ninguém pode afirmar que participar de tantos corais que mal consegue respirar, é tão ruim assim. Afinal, se junto com os corais colocarmos algumas algas, teremos ar suficiente pra acabar com o aquecimento global. Talvez seja por isso que Curitiba é tão fria.□
(Matéria da edição de número 8, outubro de 2007)
Perdeu o baile do Juventus em São Paulo, seu jumentus? Eles não...
Sexta-feira, feriado do dia 7 de setembro, 11h da manhã. Imagine os lugares onde um jovem mórmon pode estar. Dormindo, de pijama em casa assistindo o tradicional desfile do dia da independência, ou até mesmo desfilando na Av. Cândido de Abreu com outros mil membros que apóiam o programa Mãos que Ajudam.
Entretanto, se é jovem do MAS e tem alguns parafusos a menos, ele certamente estava entrando em um ônibus rumo ao baile do Juventus em São Paulo. É mentira se disser que o baile não começou no ônibus, ali mesmo, no corredor foi o esquenta, para cantar, dançar, interpretar e imitar o artista preferido. Nesse meio tempo, foi criada uma dupla de rap feminina e três dançarinos de axé foram descobertos, ninguém tinha ouvido falar em Curitiba desses talentos enrustidos, mas sempre existiram e só apareceram na viagem para São Paulo. Também foram lançados dois candidatos a prefeito de Campina Grande do Sul, que gravaram depoimentos e fizeram campanha eleitoral – tudo dentro do ônibus. Claro que na viagem também tinham pessoas na concentração para o baile (e que concentração), lendo aqueles livros de Direito, com letrinhas que parecem todas de rodapé e palavras indecifráveis, além de um outro de Biomedicina, com estômagos, fígados abertos, outras pessoas ouvindo Enya ‘meditando’ de olhos fechados sem se mexer até mesmo com a aproximação da câmera.
O ônibus foi guiado por Jeferson, uma figura lendária. Você já ouviu as vinhetas da Rádio Capital e da antiga Independência? Se não, pergunte para sua mãe, avó, tia – elas já devem ter ouvido. Sim, Jeferson fez a locução de todas essas vinhetas e era radialista cinco meses antes de embarcar na intitulada “Caravana da Alegria”. O motorista passou confiança e simpatia desde o primeiro momento. Quando chegou em São Paulo, se comprometeu a cuidar do ônibus e dos pertences enquanto os jovens se divertiam no baile.
Em São Paulo foi ouvido e visto de tudo. Pouco antes de entrar no baile, um dos organizadores, Rubens, não se deixou entender quando nos falou: “Firmeza, sangue nos zóio”(...). Muita gente da Caravana da Alegria reencontrou amigos da missão, independente de onde tenha feito missão, todos encontraram um amigo perdido por lá.
Na volta o cansaço tomou conta geral, a idade de adulto solteiro começou a pesar, nas costas, pés, joelhos (ihh), garganta. Isso até o sol aparecer novamente, porque na volta já tinha gente de pé cantando e dançando de novo no corredor. □
Para nós do Mas que coisa, não há nada mais importante que a sua opinião. Procuramos ouvir todas as sugestões de nossos leitores, mas um “sugerimentium”, em especial, captou nossa atenção.
Um certo (ou talvez errado) leitor nos mandou a seguinte “crítica construtiva”:
Oh seus ignorantes, "pancinha" se escreve com "s"melhoras pra vcs.
Sua sensibilidade nos tocou de tal forma que realmente melhoramos. Eu (Samuel) da minha unha encravada e da Síndrome de Tourette; João, da sua virose (vulgo pirirí); e Evelise, do seu complexo de Thumbelina.
Mas o que mais melhorou em nós, com essa mensagem, foi nosso ego em saber que cumprimos nossa missão de levar o conhecimento de um elemento maravilhoso a esse ser carente. Hoje ele é ciente da existência do fabuloso C cedilha. Não, não é a marca de um remédio para gripe! Agora o mundo dele está mais completo em saber que o sufixo da palavra ‘pança’ é panc, podendo ser escrito no aumentativo como ‘pançona’ e no diminutivo como ‘pancinha’. Portanto, pancinha se escreve com “c”.
Melhoras. □
Evelise Toporoski
Dia 28 de julho de 2007, um sábado de Conferência no Instituto São Lourenço que reuniu as estacas Boa Vista, Curitiba, Iguaçu, São Lourenço, Tarumã, Ponta Grossa e Paranaguá, além de amigos, convidados e penetras do ORM. A equipe Mas Que Coisa também estava lá para conferir tudo o que teve de bom e se você leitor assíduo estava presente.
Desde cedo os membros estavam reunidos para assistir as palestras com o tema Água Viva. O esquema de revezamento de salas foi um sucesso, pois as cadeiras já vinham aquecidas para o próximo grupo. O único insatisfeito com as palestras foi o Bob Esponja que trouxe a sua redinha de caçar água viva em vão.
Após de encher a pancinha, e estar pronto pra tocar direto pra Goiás, a galera partiu pros brinquedos, mostrando perfeita fé nas promessas da palavra de sabedoria protegendo-os de uma possível congestão. Nem o jovem adulto solteiro com a maior pinta de pessoa séria, organizada, matuta, responsável, se rendeu à alegria de pular na cama elástica, fazer guerrinha de cotonetes (o pessoal aproveitou pra chamar aquele rival para o combate e tirar o recalque), domar o touro mecânico, e uma série de atividades que estiveram a disposição por toda a tarde e também a noite, na hora do baile. As peraltices renderam pés torcidos, dedos, bocas, sobrancelhas machucadas e etc. Alguns, mais atentos, perceberam que os brinquedos foram sabotados. O touro mecânico era na verdade um touro mecânico espanhol (uma experiência mal sucedida da Guerra Civil Espanhola), que ao ver as gravatas vermelhas do Èlder Araújo e Rodnei (não é que esse nome dá uma boa dupla sertaneja...), enlouqueceu, conquistando assim um novo recorde ao derrubá-los: 0,02 segundos e uma hérnia de disco. Outro personagem responsável pelos hematomas, generosamente distribuídos nas brincadeiras, foi o Ogro guardião dos cotonetes gigantes (uma experiência cientifica da Pixar e Dreamworks), que derrubou todos que ousaram invadir seu território. Os técnicos só conseguiram desmontar os brinquedos quando tiveram a brilhante idéia de atraí-lo, com uma panela de risoto, para fora do Instituto. Padre Outubro não decepcionou dando a sua parcela de traquinagens ao derrubar os aventureiros da cama elástica.
Nós, autores do MAS QUE COISA, temos a plena convicção, fruto de uma sincera experiência nesse ofício investigativo, de que a história da Anna Julia é verdadeira. Sabemos que naquela manhã de primavera um anjo do céu, que trouxe pra mim, é a mais bonita, a jóia perfeita-A-a... E, finalmente, “realmenti”, testificamos fervorosamente, que “realmenti”, sem sombra de dúvidas, o “Morto Muito Louco” vive, nos bailes do MAS. □
(Matéria da edição de número 5, julho de 2007)
Mais cedo ou mais tarde poderá ser o seu.
por Samuel Samways Kulchetscki
Existe uma expressão que nos ensina que há inúmeras possibilidades de se transmitir uma idéia e que é necessário olhar por outro ângulo, a fim de entender o que está sendo dito. Essa expressão é leia as entrelinhas. Muitos astrólogos tentaram deturpar a verdade dessa frase ao dizer que a expressão correta seria “leia as estrelinhas”, mas sabemos que essa declaração não passa de mais uma artimanha para enganar e estragar o entendimento de inúmeras piadas internas.
Portanto, fundamentada nesse código para a compreensão de todas as coisas, o MAS QUE COISA, como um instrumento de serviço social para o aprimoramento cultural coletivo, vem te ensinar a entender o real significado do termo machucar o joelho.
Aqueles de raciocínio rápido já devem ter lido as entrelinhas desse texto e concluído o significado real da “lesão joelhística”. Não é muita coincidência que a maioria dos nossos colegas em trabalho filantrópico, que acabam voltando antes da hora, declarem sempre o mesmo problema de luxação recidivante da patela? Seria o excesso de fervor nas orações de joelho? Ou os jejuns exagerados que impedem a aquisição de cálcio para o corpo? Talvez seja a economia de luz, a vontade de ir ao banheiro, aquela mesinha inútil no meio da sala e a lei de Murphy trabalhando juntas para, num belo “baque”, acabar com o joelho e a missão do inocente andarilho noturno?
Não! Na verdade ele voltou por causa de uma outra expressão que, por associação, é muito ligada à vinda antecipada de nossos “éldis”. FU-BE-CA-GEM. Logo, machucar o joelho significa “aprontar”.
Mas não se preocupem. Como todas as coisas no mundo, essa expressão perdeu sua força pejorativa e passou a ter uma conotação até mesmo “inocente”, sendo facilmente associado ao ato de flertar, “causar” e, porque não dizer, beijar. Com certeza, após esse exercício de associação de palavras e leitura das entrelinhas, sua vida terá outro sentido, e seu cuidado com o joelho também (pra melhor ou pra pior), pois o que vai ter de manco aparecendo por aí não vai ser brincadeira! Afinal, em terra de coxo, quem não é manco... quer ficar. O que não pode acontecer é uma fratura exposta.
(Para aqueles chatos que vêem uma oportunidade para criticar em tudo, que fique bem claro que esse texto é de natureza humorística e não quer dizer que o missionário que tenha machucado o joelho de verdade e voltado antes de completar dois anos tenha necessariamente “machucado o joelho”. Se é que você me entende. Caso ainda queira criticar, sugiro que cuide do seu próprio joelho, ou melhor, cuide menos dele.) □
A MAIOR DESCOBERTA ARQUEOLOGICA DO SÉCULO
Uma incrível descoberta arqueológica no Instituto São Lourenço.
por João AR Glovatiski
Escavações recentes na sede do Instituto São Lourenço para a construção de um novo muro, deram origem a uma incrível descoberta arqueológica.
Foram descobertas provas da existência de uma terrível criatura que todos julgavam estar extinta a vários séculos, o MASsossauro Rex.
Cientistas de todo mundo dizem se tratar da maior descoberta desse século, uma fonte anônima informou que já viu essas terríveis criaturas numa das aulas de 17h30...”Fiquei bem assustada, pensei que era o meu fim, essa terrível criatura pegou o número do meu celular na lista de chamada e começou a me torpedear com suas cantadas, foi constrangedor.”
Os estudos nas escavações mostram como é o comportamento dessas criaturas, a maioria é do sexo masculino, tem idade superior a 25 anos, quase em sua totalidade fizeram missão na época que as plaquetinhas eram de madeira, seu comportamento a principio parece ser pacifico, embora aja alguns relatos de ataques vorazes em alguns bailes...”Foi horrível, ela me tirou para dançar numa hora bem inoportuna, não tinha ritmo, e o papo era de jacaré...qual é o seu nome? Qual sua ala? Você tem namorado?”
Ainda não podemos precisar o grau de inteligência dos MASsossauros Rex, mas sabe-se que grande parte já é Phd no instituto, em média cada uma delas já fez o curso completo do Livro de Mórmon umas 4 vezes.
Especialistas informam que a sobrevivência dos MASsossauros Rex, está garantida, pois com o passar do tempo eles ficam cada vez mais exigentes e acham que no instituto só tem “lagartinhas” que mal saíram da ORM.◊
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Lepidoptera
Super-família: MAS
por Samuel Samways Kulchetscki
Você se lembra do trauma que foi entrar para a Soc Soc? O momento das Boas Novas, onde as senhoras, mães e afins, trocavam novidades emocionantes, como a queda do dente de um dos seus sete filhos, ou o sonho inspirado indicando quem seria a futura esposa de seu filho retornado, deve ter sido estimulante. E você, piá, cuja maior responsabilidade era o futéba da mutual e as entrevistas semanais de dignidade de um bispo desconfiado, lembra da frustração ao saber que, com um chamado, teria que realmente fazer algo?
Muitos podem dizer que esses traumas são para formar seu caráter, são inspirados por líderes que te amam e querem seu crescimento. Já o MAS QUE COISA, afirma ser assunto para mais uma matéria instrutiva, educativa, conscientizadora e legal.
Entrando completamente no mundo animal nessa edição, para concorrer com outro “bixo”, e aproveitando o exemplo do inforMAS, compararemos as nossas jovens, que recentemente saíram da ORM, com uma borboleta. É natural que, ao entrarem nesse estranho mundo dos Jovens Adultos Solteiros, sintam-se vulneráveis e se fechem em um casulo. Admitimos que esse mundo é extremamente assustador, mas também é um lugar onde a esperança e fé podem ser praticadas com muito mais empenho e oportunidades (ou seja, nos bailes).
Eis aí alguns conselhos que ajudarão você, lagartinha tímida, a se tornar uma linda borboleta (ai que chiclétshi).
Dentre as entrevistadas, uma declarou achar que por estar indo para o MAS todo mundo ia forçá-la a namorar e a casar-se. Cara lagartinha, engana-se. Dentro de pouco tempo irás perceber que ninguém no MAS casa! Em breve será você que estará forçando alguém para acompanhá-la ao Templo.
Portanto primeira dica: não se desespere por ser forçada a casar. É tudo uma questão de visão, a da que acaba de chegar e a da que não vê a hora de sair.
“Achei que no instituto só tinha velhos babões, com dentadura caindo”, exclamou outra jovem. Sinto decepcioná-la, mas usamos fixador de dentadura do mesmo material usado para colar novamente a orelha do soldado romano que sofreu um acidente de trabalho com Pedro. Com exceção de Armandinho SUD e seu “beijo molhado”, costumamos manter nossa saliva dentro de nossas bocas.
Segunda dica: beijos molhados são raros e você vai sentir falta deles.
Finalmente o temor mais comum entre as “Papilionoideas” foi a dificuldade da mudança de grupo de amigos, a perda da segurança dos companheiros da ORM e o fato de, ao chegarem no MAS: 1- serem estranhos; 2- bem jovens; 3- muitas vezes não conhecerem ninguém.
Caras crisálidas. 1- Estranhos todos somos, vocês irão se encaixar rapidamente nessa categoria. 2- Jovens, nós o seremos para sempre (é só honrar o sacerdócio). 3- Nós, velhos desdentados, também não conhecemos muita gente principalmente os novatos.
Conclusão e dica final: vamos procurar nos conhecer, seja borboleta, lagarta, ou fóssil, formar novas amizades, destruir antigas panelinhas, enfim, criar asas.
Dica extra aos fósseis: vão com calma. ◊
(Matéria da edição de número 1, março de 2007)











